PROGRAMAÇÃO

Palestra
INSTRUMENTOS E OBJETOS DE CULTO RECOLHIDOS PELA MISSÃO
Por Alexandre Bispo e Pai Rodney

Sábado, 15 de dezembro, das 16h às 18h

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Dois antropólogos – um deles, Pai Rodney, é também babalorixá – debatem a contribuição da Missão de Pesquisas Folclóricas para o reconhecimento das práticas religiosas de matriz africana. A atividade integra a ação Sonhar o Mundo, que comemora os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

(Foto: Acervo CCSP)


Alexandre Bispo é mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo. Bacharel em Ciências Sociais (FFLCH) e Licenciado em Ciências Sociais pela (FEUSP). Pesquisador do Coletivo ASA – Artes,Saberes e Antropologia USP-CNPq; Desenvolve pesquisas sobre a relação entre antropologia, biografia, fotografia, memória, relações raciais e cultura urbana. Doutorando em Antropologia Social estuda, atualmente, a relação entre família negra, mulheres negras e arquivos pessoais. Atua com pesquisa, produção cultural, curadoria, crítica de arte e arte educação. Curador educativo da exposição da Bienal Naïfs do Brasil (2018); Curador Educativo da exposição: Todo Poder ao povo: Emory Douglas e os Panteras Negras (2017); Curou as exposições: Medo, fascínio e repressão na Missão de Pesquisas Folclóricas – 1938-2015 (2015); Negro Imaginário (2008); Vontade de saber: erotismo (2008); Afro como ascendência, arte como procedência (2013-14); Passagens entre África e Brasil (2014); AfroRetratos, (2012); Gabinete Clóvis Moura (2011). 


Pai Rodney é graduado em Ciências Sociais, mestre em Gerontologia e doutorando em Ciências Sociais  - Antropologia, pela PUC-SP. Há mais de 20 anos pesquisa relações raciais, racismo e religiões de matrizes africanas. Autor dos livros A bênção aos mais velhos: poder e senioridade nos terreiros de Candomblé, Palavras de Axé e O que é apropriação cultural e de vários artigos científicos. Colunista da revista Carta Capital e Babalorixá do Ilê Obá Ketu Axé Omi Nlá, na Serra da Cantareira, em São Paulo.