PROGRAMAÇÃO

Ciclo de mesas-redondas
SALVAGUARDA DO PATRIMÔNIO CULTURAL
Com João Paulo Vieira Neto e convidados indígenas

SALVAGUARDA DO PATRIMÔNIO CULTURAL: MUSEUS, MEMÓRIAS E ACERVOS INDÍGENAS

Terças-feiras, 14, 21, 28 de setembro e 5 de outubro, das 19h às 21h


O ciclo de mesas-redondas pretende debater questões relacionadas ao patrimônio cultural indígena, com destaque para as experiências contemporâneas de salvaguarda e preservação de acervos protagonizada pela Rede Indígena de Memória e Museologia Social no Brasil. A cada encontro, convidados indígenas farão a apresentação de suas pesquisas.


Para realizar sua inscrição, clique aqui.

A atividade será realizada por meio da plataforma Zoom.

O link será enviado aos inscritos por e-mail. 


Cronograma das atividades:


14/09 - Inventários participativos e processos de patrimonialização em comunidades indígenas no Ceará.

Com João Paulo Vieira Neto. 


21/09 – Museus indígenas, categorias nativas e experiências educativas no Museu Indígena Kanindé.

Convidados: Suzenalson Kanindé e Antônia Kanindé, representantes do Museu Indígena Kanindé.


28/09 – Salvaguarda do patrimônio cultural, mídias nativas e turismo de base comunitária.

Convidados: Heraldo Alves (Preá Jenipapo Kanindé) e Daniela Alves de Araújo (Nyela Jenipapo), representantes do Museu Indígena Jenipapo Kanindé.


05/10 – Museus, Arqueologia e patrimônio cultural indígena.

Convidados: Têka Potyguara  e Toinho Gavião, representantes dos Museus Indígenas do Movimento Potygatapuia.



Antônia Kanindé é indígena do Povo Kanindé de Aratuba/CE e, atualmente, graduanda do bacharelado em Museologia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). É membro do Coletivo de Estudantes Indígenas na UFRB, do Grupo de Pesquisas Recôncavo Arqueológico e da Rede Indígena de Memória e Museologia Social no Brasil.


Daniela Alves de Araújo (Nyela Jenipapo) é indígena do povo Jenipapo-Kanindé, aldeia Lagoa Encantada - Aquiraz/CE. Monitora do Museu Indígena Jenipapo-Kanindé, liderança jovem e colaboradora na Articulação de Juventude Indígena Jenipapo-Kanindé (AJIJK). Graduanda no curso de Museologia na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), onde faz parte do Coletivo de Estudantes Indígenas na UFRB.


Heraldo Alves (Preá Jenipapo Kanindé) é liderança indígena do Povo Jenipapo Kanindé/CE, integrante da Rede Indígena de Memória e Museologia Social. Coordenador do Museu Indígena Jenipapo-Kanindé (AMIJK) e do Turismo Comunitário na Aldeia Encantada.


João Paulo Vieira Neto é Historiador, Mestre em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Programa de Especialização em Patrimônio, PEP/IPHAN (2011). Atualmente é Assessor da Rede Indígena de Memória e Museologia Social e do Instituto Cobra Azul de Arqueologia e Patrimônio e Coordenador do Projeto Historiando. De 2013 a 2016, atuou como Consultor da Organização dos Estados Ibero-americanos, OEI/Brasil junto ao Programa Pontos de Memória / Instituto Brasileiro de Museus / Ministério da Cultura. Em 2012 foi assessor do Ministério da Cultura (MINC), atuando como Coordenador Técnico na elaboração do Plano Municipal de Cultura de Fortaleza. De 2007 a 2009, foi Coordenador Técnico do Sistema Estadual de Museus do Ceará (SEM-CE).


Suzenalson Kanindé é Vice Cacique, indígena do Povo Kanindé do Estado do Ceará, Mestrando no Mestrado Interdisciplinar em Humanidades - MIH pela Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB/Redenção. Coordenador do Ponto de Memória: Museu Indígena Kanindé. Professor da Escola Indígena Manoel Francisco dos Santos. Membro articulador da Rede Indígena de Memória e Museologia Social no Brasil. Representante da Rede Indígena de Museus Indígenas no Comitê Gestor de Políticas Culturais Indígenas no Ceará– SECULT – Ceará. Representante dos Povos Indígenas no Comitê de Gestão Compartilhada do Programa Pontos de Memória – Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM.


Têka Potyguara é liderança do Movimento Indígena Potigatapuia, Diretora da Escola Indígena Povo Caceteiro, possui experiência de mais de 20 anos em Educação Intercultural. É agricultora familiar e possui graduação em Pedagogia (UVA) e em Antropologia Aplicada (Universidad Politécnica Salesiana-UPS/Quito, Ecuador), com Pós-Graduação em Educação Escolar Indígena (Universidade do Estado de Mato Grosso/UNEMAT), em Espanhol, Línguas e Literatura (UVA) e Gestão Escolar (UVA). Domina o Tupi, língua na qual compõe músicas e, nos últimos anos, se dedica à revitalização e ensino do Tupi como parte dos processos de educação escolar diferenciada.


Toinho Gavião é liderança do Movimento Indígena Potigatapuia, poeta, cordelista, músico e compositor de cantigas do povo Gavião. Criador e coordenador do Museu Indígena Casa João de Barro da aldeia Boa Vista, zona rural do município de Monsenhor Tabosa, sertão do Estado do Ceará. Integrante da Rede Indígena de Memória e Museologia Social no Brasil.



*Haverá emissão de certificado ao aluno que obtiver 75% de frequência na atividade.

*Esta atividade poderá contar como crédito de horas para o Programa Formativo "Patrimônio, Memória e Gestão Cultural".


Museu Indígena Kanindé. Foto: João Paulo Vieira. Acervo: Instituto Historiando.

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