PROGRAMAÇÃO

Curso
SALVAGUARDA DO PATRIMÔNIO IMATERIAL
Por Marly Rodrigues, Walter Pires e Andréa Tourinho

SALVAGUARDA DO PATRIMÔNIO IMATERIAL: ORIGENS, DILEMAS E PERSPECTIVAS

Terças feiras: 7, 14, 21 e 28 de maio, e 4, 18 e 25 de junho de 2019, das 19h às 21h

 Sábado: 15 de junho, das 10h às 12h

| Vagas: 40*| 


O curso pretende discutir questões relacionadas ao patrimônio imaterial brasileiro desde as concepções formuladas por Mário de Andrade, na década de 1930, até o momento atual. Enfatizadas e garantidas pela Constituição Federal de 1988, a identificação e a salvaguarda de referências culturais serão debatidas a partir das políticas públicas de preservação do patrimônio, bem como pelas ações de grupos sociais e culturais, com ênfase na cidade de São Paulo. 

 

Cronograma de atividades:

07/05 - O patrimônio imaterial: um campo de disputas simbólicas;

14/05 - Mário de Andrade e o ambiente sociocultural de São Paulo;

21/05 - Mário de Andrade e a constituição de uma ideia de patrimônio imaterial;

28/05 - Cultura popular e patrimônio imaterial: pioneiros e pesquisas;

04/06 - Patrimônio imaterial: a estruturação de uma política;

15/06 - Patrimônio imaterial: sujeitos sociais e procedimentos técnicos;

18/06 - O reconhecimento público: avanços e perspectivas – convidada: Simone Toji (IPHAN);

25/06 - A mobilização da sociedade: novos caminhos – convidado: Grupo Ururay - Patricia Freire de Almeida.



Marly Rodrigues é graduada em História pela FFLCH-USP(1971), possui mestrado em História Econômica pela FFLCH-USP(1974) e doutorado em História no IFCH-UNICAMP(1988).


Walter Pires é Arquiteto (1979) e Mestre em Arquitetura e Urbanismo (2003) pela FAU-USP, tendo já lecionado na Universidade Paulista - UNIP (1996-1999); Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUCCAMP (1999-2002); Universidade Cruzeiro do Sul - UNICSUL (2002-2004) e Universidade Católica de Santos - UNISANTOS (2002-2005). Atua no Departamento do Patrimônio Histórico do Município de São Paulo - DPH.


Andréa Tourinho é docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arquitetura e Urbanismo (PGAUR) e do Curso de Graduação da Universidade São Judas Tadeu (São Paulo). Coordenadora do Grupo de Pesquisa "Patrimônio Cultural e Urbanismo: discursos e práticas", certificado pelo CNPq e vinculado às Linhas de Pesquisa do PGAUR, abrangendo discussões multidisciplinares, envolvendo os campos da preservação do patrimônio cultural e do urbanismo, com ênfase para as práticas sociais mediadas pela materialidade. Doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (2004); mestrado em Estética y Teoría de las Artes pelo Instituto de Estética y Teoría de las Artes, Universidad Autónoma de Madrid (1991); graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Mackenzie (1985). 


Simone Toji é doutora em Antropologia Social pela Universidade de St. Andrews. Possui mestrado em Sociologia e Antropologia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2006) e é graduada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (2002). Atualmente trabalha no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. 


Patricia Freire de Almeida é formada em História pela Universidade Cruzeiro do Sul e Cenografia e figurino pela SP Escola de Teatro. Atua como pesquisadora e agente cultural do Movimento Cultural Penha, ONG pela qual é coautora dos livros: Recados – Memória das relações entre a Comunidade e o Patrimônio; Movimentações pela Cultura - Painel dos movimentos de cultura da zona leste 1980/1990 (2014) e Territórios de Ururay (2016). Trabalha como cenógrafa, figurinista e produtora cultural há mais de 10 anos em diversos projetos e parcerias. Desde 2005 integra a Comunidade do Rosário dos Homens Pretos da Penha e é membro do Grupo Ururay - Patrimônio Cultural.


Sobre o Grupo Ururay

O Grupo Ururay é um núcleo de pesquisa vinculado a entidade Movimento Cultural Penha, formado por indivíduos interessados em desenvolver ações de salvaguarda do Patrimônio Cultural da região Leste de São Paulo, por meio da articulação e produção cultural junto aos agentes sociais (sociedade civil, órgãos de proteção do patrimônio, escolas, pesquisadores, coletivos) envolvidos, direta e indiretamente, no processo de preservação e utilização dos Patrimônios Culturais.


Foto: Marcio Fontana


*Inscrições encerradas.